O quanto que nossas mães sofrem…

Fico com pena da minha mãe – a sina de terem que suportar 9 meses de dor e de angústias não merece tal destino. Fico pensando na minha mãe quando descobriu que iria ser mãe, vem logo na cabeça alguns pensamentos como – Será que vai ser médico? Flamenguista? Jogador de Futebol? Ator? Escritor? Intelectual? Não importa a cor ou o tamanho, praticamente todas as mães pensam de como vai ser o seu rebento no futuro um pouco distante.

Quando vejo uma mulher grávida em trabalho de parto, logo penso o trabalho que uma mulher tem ao suportar tais dores. Já me falaram que a dor nos rins é a dor que mais se aproxima da dor de um parto. Como eu já tive dores no Rim, sei que as mulheres é que são os “machos de verdade”.

A partir de tal contastação, vejo a infâmia do tratamento ora jocoso ora odioso de tratar nossas mães como se fossem cachorras em estado de cio. O FDP ganha uma conotação ofensiva para o ofendido, pois ele lembra, categoricamente, dos valores e dos carinhos da sua mãe, mesmo ele sendo um homem rude e sem coração. A figura materna, que perdoa quase tudo e tem uma paciência maior que um Sistema Solar não pode ser reduzida a uma ofensa sem tamanho. O FDP é ofensivo para a sua mãe que tanto te cuidou, dos primeiros meses da gravidez até o exato momento da ofensa. O Ofendido, não obstante do rebaixamento cultural da conversa, retruca, colocando a mãe do outro num estágio também inferiorizado. A resposta não é outra – briga, desilusão, discórdia, gozação, mortes, etc…

Fico pensando em algumas pessoas que devem cultuar suas mães – ou pagar algum seguro de vida. Juizes de futebol, advogados, professores de matemática, diretores de colégios, políticos, policiais, bandidos e, por que não, filhos de prostitutas são os que recebem a provocação/ofensa/desrespeito.

Não estou aqui fazendo discurso moral, mas apenas colocando as mães nos seus devidos lugares. Quer ofender, ofenda essa pessoa, e não a mãe dela, que não teve culpa disso.

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~ por professormateus em julho 1, 2008.

2 Respostas to “O quanto que nossas mães sofrem…”

  1. Dissecando o texto…

    – – –
    Pequena sugestão. Ali em “Não importa a cor ou o tamanho, praticamente todas as mães pensam de como vai ser o seu rebento no futuro um pouco distante”, trocar “pensam de como vai ser” por “pensam como vai ser”
    – – –

    Essa parte que vou comentar agora achei muito engraçada: “Quando vejo uma mulher grávida em trabalho de parto, logo penso o trabalho que uma mulher tem ao suportar tais dores.”

    Como assim? Tu fica VENDO mulheres grávidas entrarem em trabalho de parto com que frequência? Nao é uma coisa que se vê assim na rua.. Está bem estranho isso aí. Perde até a força do argumento. Podes colocar algo do tipo “quando vejo na TV mulheres entrando em trabalho de parto” (nem precisa grávida, pq se estão em trabalho de parto, claro q estao grávidas… hehehe), ou entao: “quando penso em mulheres parindo”, “quando lembro da imagem de uma mulher em trabalho de parto”… Sei lá, podes inventar melhor do que eu… Só sugiro que tire essa história de ficar vendo mulheres entrarem em trabalho de parto por aí… Garanto que tu nunca viu nenhuma.

    Ourta questão sobre essa frase é a repetição da palavra “trabalho”. Podes inventar uma maneira de tirar uma dessas palavras daí… talvez trocar por “esforço”, da segunda vez… ou entao assim “logo penso na dificuldade de suportar…” Nao sei, podes achar um jeito aí…

    Por último, na mesma frase… o uso da palavra “tais”. É que assim.. tu usa essa palavra sem ter citado essas dores antes! Essa palavra se usa quando tu já citou o assunto antes. Podes simplesmente dizer “suportar AQUELAS dores”, “suportar AS dores”, etc.

    Por enquanto é só… depois volto pra dar outras opiniões. Aproveito pra dizer que esse é o único texto que senti necessidade urgente de fazer isso… Tem textos muito bons nesse blog… Beijos! Te amo

  2. Continuando…
    – – –

    Ali em “Já me falaram que a dor nos rins é a dor que mais se aproxima da dor de um parto.”
    Veja se é necesário repedir a palavra DOR três vezes. Talvez deixar só duas… Assim “Já me falaram que a dor nos rins é a que mais se aproxima da dor de um parto”.
    – – –

    Em “Como eu já tive dores no Rim, sei que as mulheres é que são os “machos de verdade”.”
    Rim não é substantivo próprio, não precisa de letra maiúscula.

    – – –

    Agora, esse parágrafo do meio… Não entendi nada… Acho que está faltando uma explicação mais clara do teu pensamento entre a primeira e a segunda frase. Parece que tu presume que nós (leitores) sabemos do que estás falando, mas na real não fica claro… Se estás criticando o uso da expressão “filho da puta”, fica melhor citar a expressão entre aspas, colocar entre parenteses a sigla (FDP), e depois seguir usando só a sigla… Foste muito direto e não dá pra entender bem. Agora pontualmene cada frase:

    * “A partir de tal contastação, vejo a infâmia do tratamento ora jocoso ora odioso de tratar nossas mães como se fossem cachorras em estado de cio.” Nao dá pra trocar? Tratamento e tratar ficou esquisito… Na real eu sugeriria tu escrever direto assim: “A partir de tal contastação, vejo a infâmia da expressão “filho da puta” (FDP). Tratar nossas mães como se fossem cachorras no cio não é digno.” Desculpa se me meti demais…

    * “O FDP ganha uma conotação ofensiva para o ofendido, pois ele lembra, categoricamente, dos valores e dos carinhos da sua mãe, mesmo ele sendo um homem rude e sem coração.” A mesma coisa, ofensiva para o ofendido ficou bem estranho.

    Aaaahhh, cansei… nao quero mais fazer isso Teteu… Isso de cada detalhe do texto…. Isso é chato…
    Quero fazer um comentário geral. É o segunte: Eu discordo… Eu penso que a gente usa sim o “FDP” com um sentido de xingamento e ofensa, claro. Mas cada vez que usamos essa palavra não pensamos necessariamente que a mãe da pessoa de quem estamos com raiva é uma puta… É uma coisa automática e já não tem mais esse sentido. E mesmo que tivesse, particularmente não vejo porque seria tamanha ofensa. O cara pode ser sim filho de uma puta e ser muito bem amado, obrigado. É bastante possível que uma pessoa criada por uma “moça de família” seja maltratada, negligenciada, e outra criada por uma prostituta seja amada e cuidada.

    E depois, que papo mais senso comum sobre a figura materna, hein? Mãe que perdoa tudo? Que te carrega por 9 meses? Que tem paciencia do tamanho do Sistema Solar? Ah, parece novela da Globo… Discordei de qse todo texto…

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